17 abril 2018
Por Palavras Ambulantes

Leia quando... Estiver confusa com sua vida

Sabe…
Eu ainda não sei o real sentido da vida e muito menos o porquê dela. O porquê da nossa existência. Tem dias que eu acordo e não quero “o amanhã”, tem dias que não quero saber de nenhum ser humano perto de mim, e tudo bem sabe? Eu posso não querer e não me culpar por isso. Mas eu também posso fazer diferente e buscar o “porque” de eu não querer “o amanhá”. Por quê? O que tem de tão ruim que eu quero evitar? É medo ou insegurança, ou os dois? E seja o que for, tudo bem. Dá pra seguir em frente mesmo com medo. Foi assim que eu vivi um dia de cada vez. E olha, ainda estou viva…
É difícil demais ficar querendo respostas sem prestar atenção nas perguntas. Na maioria das vezes, a gente analisa as questões pelo contexto, ou se é apresentado algum texto junto, e depois interpretamos para responder. Tem todo um processo de leitura, paciência, interpretação, aceitação, até chegar a resposta, conclusão. Na vida real não é tão diferente. Mas é que somos tão ansiosos, que em muitas questões não lemos as coisas direito e já chutamos a alternativa sem prestar muita atenção. Faz parte, mas também dá pra fazer diferente, e diferente dos testes e das provas, na vida real a gente não tem tempo predestinado. “Temos todo tempo do mundo” já dizia Renato Russo.
Pelo o que exatamente estamos ansiando? Pelo futuro? Qual é ele? Como ele é? Faculdade, diploma, papel? Hã? Será que vale a pena todo esse estresse? Será que realmente vale a pena tudo isso? E por que vale? Não! A questão não é profissional e muito menos a realização pessoal em se graduar. É maior! É do seu eu. É demais, pra você se doar tanto, por tão pouco... E sim, é pouco! Por que você é muito maior do que sua graduação, e depois que você se formar? Já parou pra pensar? A vida não se resume a isso, depois você pode fazer uma especialização, mestrado, tudo o que tiver vontade. E se não tiver vontade tudo bem . Mas tudo bem mesmo. Já parou pra pensar nessa loucura?


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06 março 2018
Por Palavras Ambulantes

Recomeçando


É difícil voltar pra esse espaço sabendo que o meu comprometimento talvez não seja dos melhores. Eu abandonei as coisas que mais amava por questões internas, das quais muitas ainda estou resolvendo, por que são maiores do que eu sozinha posso resolve-las. É difícil saber que posso e vou falhar com as minhas coisas e com as pessoas a minha volta. Mas eu preciso tentar, e por isso estou aqui. Estou de volta.

Eu queria descobrir onde minha cabeça estava, e percebi que as respostas que procurava podia ser maiores do que eu pensava. Mas eu precisava, e acredito que muita gente por aí, sente que tem algo errado ou pelo menos "algo a ser consertado" em si, mas deixa a bola passar. Eu não consegui deixar e fui lá atrás de um possível gol. E caramba, cometi uma "falta" tremenda.

O que eu posso dizer? Em relação ao meu pessoal, estou restruturando muitos pensamentos e talvez seja perceptível com a programação e conteúdo do blog nos próximos tempos. Em relação ao blog, ele está de cara nova pois eu estou me re-novando também. Está mais a minha cara e eu senti muita saudade de escrever... Então espero preencher todo esse espaço com muita coisa bacana!


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08 novembro 2017
Por Palavras Ambulantes

ATÉ BREVE!

NÃO, NÃO É UM ADEUS! 

Darei um tempo no blog para organiza-lo (em questão das redes sociais, layout, projetos, etc) e também para iniciar alguns projetos pessoais que já não podem mais serem adiados, como por exemplo, minha faculdade.

Preferi dar essa pausa no blog para poder voltar com tudo, e SIM eu voltarei com tudo e muito mais! Esse post é só para me justificar de certo modo, mas ainda ficarei de olho nas visitas do blog e manterei o resto das rotinas normalmente. Então...

1. VISITOU E COMENTOU? Opa, se deixar o seu link eu com certeza estarei retornando a visita.

2. TROCAR SEGUIDORES? Também estamos à disposição, é só me chamar nos grupos e/ou nas redes sociais.

3. PARCERIAS? Irei adorar! Nesse tempo estarei mais focada à atender os pedidos que já recebi e que talvez ainda possa receber.

O blog não será mais atualizado com posts, mas ainda manterei tudo "em ordem". Então não se esqueçam de mim!

Até breve. 💛


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06 novembro 2017
Por Palavras Ambulantes

6 ON 6 | Azul

No mês passado iniciei o projeto "6 on 6" com algumas blogueiras e hoje é o nosso primeiro post conjunto. O tema escolhido foi a cor azul e eu separei seis fotos marcantes para mim, para trazer ao blog.


Eu vi essa frase no tumblr e me senti inspirada em escreve-la. Muitas pessoas passam em nossas vidas e às vezes nem sabemos o por que sentimos a falta dela, e lá no fundo, a saudade é apenas do nosso sorriso, ou de como a gente era "nós mesmos" com aquela pessoa.


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31 outubro 2017
Por Palavras Ambulantes

30 Anos sem Carlos Drummond de Andrade

No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No dia 31 de outubro o querido Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores escritores da nossa literatura viria a completar 114 anos, se não tivesse partido há exatos 30 anos. Um dos nomes mais importantes do século XX, o escritor foi uma figura de grande relevância na Segunda Geração do Modernismo no Brasil. 

Carlos Drummond de Andrade nasceu no dia 31 de outubro de 1902, e veio a falecer por ataque cardíaco em 1987. Filho de proprietários rurais, o autor nasceu no interior de Minas Geris, numa cidadezinha chamada Itabira de Mato Dentro. Foi farmacêutico (por graduação, sem nunca ter exercido a função), professor, jornalista, funcionário público, tradutor, ficcionista, crítico, provocador e escritor. Ao longo de sua vida, escreveu inúmeros poemas incríveis que nos cativam até os dias atuais. Mas na época em que os escrevia ganhava um chuva de críticas, por conta de divergências ao seu pensamento e modo de escrever. E assim, com sua influência, o modernismo foi se fundindo em nosso território.

Carlos tinha uma coleção de amigos como Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Mário de Andrade, além de outros intelectuais. Sua participação na Semana de Arte Moderna (1922) só não ocorreu devido não ter conhecido os colegas anteriormente, já que sua escrita se relacionava ao movimento. Suas composições eram sempre ligadas à sociedade e ao cotidiano, com julgamentos às desigualdades e ataques à politica, além de frases irônicas e às vezes sarcásticas, no qual indignavam muitos críticos da época. 


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19 outubro 2017
Por Palavras Ambulantes

Sobre os mais Velhos

Site: http://rollingstone.uol.com.br/

Ás vezes a gente não escuta, não presta atenção e não dá a mínima para o que eles dizem. À vezes nos sentimos incompreendidos, excluídos e rebeldes. Ás vezes somos teimosos, insistentes e imaturos. E todas às vezes erramos em ter uma visão distorcida sobre os mais velhos. Pais, avôs, avós, tios, madrinhas, irmãos... Seja quem for, amigo ou parente, os mais velhos são os que sabem mais. E mesmo não parecendo, mesmo quando parece que eles vivem em um mundinho fechado, eles sabem do que estão falando. O certo deles pode não ser compatível com o seu, mas eles ainda continuam certos. 

E quando há uma mera semelhança nas ideias, apegue-se e vá mais fundo. Uma palavra deles é mais do que uma simples palavra. Ela carrega consigo anos e mais anos de experiência e isso é muito importante. É estupidez não dar ouvidos, e também falta de respeito ignorar quando eles começam a falar, até por que eles iniciam os conselhos mesmo quando você não quer, quando não espera, e isso por que já sabem e sentem que  você necessita daquelas palavras. E no final, ouça de coração aberto, por que mesmo que doa, eles entendem mais da vida do que você. E quando for sua vez entenderá. 


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