ATÉ BREVE!

NÃO, NÃO É UM ADEUS! 

Darei um tempo no blog para organiza-lo (em questão das redes sociais, layout, projetos, etc) e também para iniciar alguns projetos pessoais que já não podem mais serem adiados, como por exemplo, minha faculdade.

Preferi dar essa pausa no blog para poder voltar com tudo, e SIM eu voltarei com tudo e muito mais! Esse post é só para me justificar de certo modo, mas ainda ficarei de olho nas visitas do blog e manterei o resto das rotinas normalmente. Então...

1. VISITOU E COMENTOU? 

Opa, se deixar o seu link eu com certeza estarei retornando a visita.

2. TROCAR SEGUIDORES? 

Também estamos à disposição, é só me chamar nos grupos e/ou nas redes sociais.

3. PARCERIAS? 

Irei adorar! Nesse tempo estarei mais focada à atender os pedidos que já recebi e que talvez ainda possa receber.

O blog não será mais atualizado com posts, mas ainda manterei tudo "em ordem". Então não se esqueçam de mim! 

Até breve. 💛

6 ON 6 | AZUL

No mês passado iniciei o projeto "6 on 6" com algumas blogueiras e hoje é o nosso primeiro post conjunto. O tema escolhido foi a cor azul e eu separei seis fotos marcantes para mim, para trazer ao blog.


Eu vi essa frase no tumblr e me senti inspirada em escreve-la. Muitas pessoas passam em nossas vidas e às vezes nem sabemos o por que sentimos a falta dela, e lá no fundo, a saudade é apenas do nosso sorriso, ou de como a gente era "nós mesmos" com aquela pessoa.

30 Anos sem Carlos Drummond de Andrade

No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No dia 31 de outubro o querido Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores escritores da nossa literatura viria a completar 114 anos, se não tivesse partido há exatos 30 anos. Um dos nomes mais importantes do século XX, o escritor foi uma figura de grande relevância na Segunda Geração do Modernismo no Brasil. 

Carlos Drummond de Andrade nasceu no dia 31 de outubro de 1902, e veio a falecer por ataque cardíaco em 1987. Filho de proprietários rurais, o autor nasceu no interior de Minas Geris, numa cidadezinha chamada Itabira de Mato Dentro. Foi farmacêutico (por graduação, sem nunca ter exercido a função), professor, jornalista, funcionário público, tradutor, ficcionista, crítico, provocador e escritor. Ao longo de sua vida, escreveu inúmeros poemas incríveis que nos cativam até os dias atuais. Mas na época em que os escrevia ganhava um chuva de críticas, por conta de divergências ao seu pensamento e modo de escrever. E assim, com sua influência, o modernismo foi se fundindo em nosso território.

Carlos tinha uma coleção de amigos como Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Mário de Andrade, além de outros intelectuais. Sua participação na Semana de Arte Moderna (1922) só não ocorreu devido não ter conhecido os colegas anteriormente, já que sua escrita se relacionava ao movimento. Suas composições eram sempre ligadas à sociedade e ao cotidiano, com julgamentos às desigualdades e ataques à politica, além de frases irônicas e às vezes sarcásticas, no qual indignavam muitos críticos da época. 

Sobre os mais Velhos

Site: http://rollingstone.uol.com.br/

Ás vezes a gente não escuta, não presta atenção e não dá a mínima para o que eles dizem. À vezes nos sentimos incompreendidos, excluídos e rebeldes. Ás vezes somos teimosos, insistentes e imaturos. E todas às vezes erramos em ter uma visão distorcida sobre os mais velhos. Pais, avôs, avós, tios, madrinhas, irmãos... Seja quem for, amigo ou parente, os mais velhos são os que sabem mais. E mesmo não parecendo, mesmo quando parece que eles vivem em um mundinho fechado, eles sabem do que estão falando. O certo deles pode não ser compatível com o seu, mas eles ainda continuam certos. 

E quando há uma mera semelhança nas ideias, apegue-se e vá mais fundo. Uma palavra deles é mais do que uma simples palavra. Ela carrega consigo anos e mais anos de experiência e isso é muito importante. É estupidez não dar ouvidos, e também falta de respeito ignorar quando eles começam a falar, até por que eles iniciam os conselhos mesmo quando você não quer, quando não espera, e isso por que já sabem e sentem que  você necessita daquelas palavras. E no final, ouça de coração aberto, por que mesmo que doa, eles entendem mais da vida do que você. E quando for sua vez entenderá. 

[RESENHA] A Maldição, de Stephen King

TÍTULO ORIGINAL: A Maldição do Cigano AUTOR: Stephen King
ANO: 2010 EDITORA: Ponto de Leitura PÁGINAS: 424
GÊNERO: Juvenil, Literatura Estrangeira, Policial, Suspense, Terror
CLASSIFICAÇÃO: ★★★★★❤

SINOPSE: Com uma rotina tranquila, bem casado, o advogado Bill Halleck não tinha muitos problemas na vida. A não ser o peso. Mas por nada no mundo dispensaria os dois ovos com bacon do café da manhã ou os pacotes de Doritos diariamente devorados. Tudo iria mudar drasticamente naquele maldito dia. A velha cigana se pôs em seu caminho e Bill não conseguiu parar o carro. Ao mesmo tempo em que as rodas esmagavam a velha, a vida de Halleck começava a ser destruída. Considerado inocente pela justiça humana, não pôde fugir à maldição soprada por Taduz Lemke, o patriarca dos ciganos, na saída do tribunal. 'Emagrecido', praguejou o velho. A partir desta dia, os 111 quilos de Bill passam a ser sugados vertiginosamente. Se não conseguir deter a maldição cigana, em pouco tempo Bill não será mais do que um feixe de ossos.
SOBRE A LEITURA: Eu já tinha lido muitas críticas ótimas do livro e iniciei a leitura bem empolgada, até por que adoro a escrita do autor. De inicio, eu não me senti tão interessada, não sei se foi por causa do ambiente do trabalho ou por que a narrativa estava complicada mesmo. Eu senti que o Stephen demorou um pouco para desenrolar a história, e por isso o começo para mim foi meio cansativo. Mas o livro é muito bem construído, com personagens bem distintos e com características fortes e nítidas, como a maioria dos personagem que King cria.  Stephen tem uma escrita maravilhosa, como já comentei na resenha do livro "A Hora do Vampiro", mas pode ser que algumas pessoas também sintam o "peso" de alguns parágrafos por eles serem um tanto rebuscados. 

A história gira em torno de BilHalleck, um advogado que por causa de uma atitude irresponsável acaba atropelando e matando uma mulher. Como ele tinha alguns contatos aqui e ali, conseguiu se livrar da cadeia e esse fato despertou a ira de um cigano, que em forma de vingança, amaldiçoou o advogado para que ele emagrecesse até a morte. Bill era um homem obeso e ao passar dos dias foi observando seu peso despencar bruscamente. O medo da maldição e  descrença do que o cigano fez com ele, fez com que o advogado criasse uma raiva horrenda por sua mulher, culpando-a pelo acidente. E esse sentimento de ódio me deixava incomodada em muitos momentos, por que o homem egoísta não conseguia assumir seu papel de culpa na história, e esse descontrole emocional traz consequências no final do livro.

** Sobre o final: O Stephen é mestre em cagar com a história, então se eu puder dar-lhe um conselho, não tente prever NADA do que pode acontecer. Você será surpreendido(a) e ficará indignado(a) como eu fiquei. Haja palavrões para descrever o sentimento que senti quando li o último capítulo. 

#Desabafo: Bloqueio de Escrita


Esses dias eu ando com algumas incertezas tão certas. Todas já fazem parte da família e por isso não insisto para que vão embora, mas eu sempre fico meio “vazia” com a presença desses pensamentos. Como se sugassem algo que desconheço, eu só observo o resultado quando já o sinto em mim.

São descrenças, fraquezas e dores que às vezes não machucam, mas deixam cortes internos. E não há palavras que façam as pessoas compreenderem tudo o que ocorre comigo, pois eu mesma não sei contar essa história. E nem as palavras suprem esses momentos e esse é o maior problema. Eu sei que há algo realmente fora do lugar quando não consigo escrever sobre.

Não que eu tenha ciência de tudo, mas referente ao meu dicionário interno, eu devo ter total controle perante ele. E ultimamente somente consigo tumultuar folhas em branco em cima da minha escrivaninha. Histórias, cartas, posts, poemas, nada é escrito como eu gostaria. Não na mesma intensidade e métrica. Mas eu insisto aqui, nestes parágrafos, e continuarei insistindo, tanto em me livrar desse bloqueio em minha escrita, quanto também em outros bloqueios.
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